Entra ano, sai ano, e é sempre a mesma coisa. Já não bastasse a violência rotineira e a mesmice na política, os fenômenos da natureza assustam, ferem, já tiraram e ainda tiram vidas de milhares de pessoas. A América do Norte sofre com tornados, furacões, um frio descomunal, um calor infernal no verão e vários outros problemas. A Europa também tem vários contratempos com terremotos, o frio, e até erupções vulcânicas em algumas áreas. A Ásia e Oceania sofrem com terremotos, vulcões e até possíveis t-sunamis.
Quanto à América do Sul, vou falar apenas do Brasil, um país continental. Felizmente aqui não tem terremoto, não tem t-sunami, não tem vulcão ativo, não tem neve, ou quando tem, neva pouquíssimo no sul, porém temos muitas chuvas, raios e tempestades. Se olharmos desta forma podemos pensar que estamos bem, e não há problemas, correto? Errado. Infelizmente é comum ocorrerem tragédias e enchentes que, quando não matam, ferem as pessoas e destroem sonhos de uma vida inteira como casa, móveis, eletrodomésticos, etc. De quem é a culpa nestas horas? Do governo que não ofereceu infra-estrutura para evitar uma enchente? Da própria população que poluiu os rios ou entupiu as redes de esgoto com o lixo doméstico? Ou de órgãos incompetentes que permitiram e permitem que pessoas construam suas casa em beira de rios, córregos ou em encostas sem solo adequado para sustentação do imóvel? Ou é simplesmente uma vingança silenciosa da natureza após tantos atos de ignorância e desrespeito à ela feitos pelo homem que por várias vezes pensa ser super-homem tamanha arogância e atitudes inconsequentes? Independente das respostas, todos devem pensar em soluções práticas, definitivas e com campanhas de prevenção, conscientização e educação das pessoas neste país.
Assim os riscos e as possibilidades de tragédias ocorrerem será muito menor.
Apesar de ser triste, comovente e tocante a dor das vítimas das chuvas, doar um agasalho, água, colchão ou qualquer outro donativo não resolve o problema de modo eficaz. Não que seja contra este gesto, muito pelo contrário. Vide o exemplo dos moradores da avenida Teresa Cristina em Belo Horizonte. A chuva na virada do ano destruiu praticamente tudo de todos que ali residem. Muita gente ajudou e suavizou a situação, mas poucas semans depois, nova chuva e mais destruição novamente. Portanto, é hora de todos colocarem a mão na consciência e começar a agir com gestos simples, como não jogar lixo na rua para não entupir os bueiros, promoverem coleta seletiva, evitar focos da dengue, e várias outras atividades em prol da conservação da natureza, cobrar do governo e responsáveis mais empenho neste sentido, de todos trabalharem e estarem unidos, e passar estes valores de pai para filho, de irmão para irmã, para o amigo, o vizinho, a comunidade, a associação de bairro, e assim sucessivamente, para formarmos juntos uma enorme corrente social. Se tudo for bem feito no futuro, não teremos fortes motivos para temer ou nos preocupar cada vez que uma nuvem cinzenta e escura pairar no céu da cidade aonde moramos! Que assim seja!
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Bem Evandro. Felizmente o Brasil está no centro de uma placa tectonica, a placa Sul Americana, isto já é o motivo de não termos terremotos em escalas altas, o que acontece são acomodações e terremotos em menor escala, já teve um que resultou em morte, fato raríssimo.Pelo que já li, não exite uma teoria única sobre o execesso de chuvas, nesta época do ano , nossa região sobre com a influência de massas de ar vindas do Norte e da região amazõnica,pode ocorrer uma ocnjunção de fatores, como massas vindas de outra região ,e ocorrorem chuvas acima da média, quando ocorrem chuvas muita acima do esperado é dificil uma prevenção. Muitas dos problemas urbanos, de inundação ocorrem pelo execesso de impermeabilização do solo, lixo como vc citou, e obras feitas de maneira incorreta, juntando estes fatores a um indice pluviométrico acima da média a possibilidade de tragédia é grande. Para se ter um idéia quando fiz o curso de geografia, não havia ocorrido furacões no Brasil,e na aulas de climatologia diziam que nunca iria ocorrer, temos o Catarina para jogar tudo por terra. Imagine os cálculos que os engenheiros fazem, para dimensionar calhas de rios. Ele usam indice de recorrência de chuvas, traduzindo, fazem um cálculo não sei como de uma possível chuva que pode ocorrer para o rio transbordar, muitas vezes este cálculo remete a uma chuva que caiu a 10
ResponderExcluir000 anos.Quem vai saber se está certo ou errado?