Hoje, 28 de abril de 2009. Um dia como outro qualquer, menos para uma família. Ou várias, podemos dizer. Mas para a família Silva não há motivos para sorrir.
No dia 02 de outubro de 1991 ele veio ao mundo para iluminar a vida de uma família de classe média, com seus problemas e dificuldades. O tempo passa, este menino cresce e nem tem tempo de conhecer dois tios que partiram para o andar de cima. Uma dor que ele não conhecia, mas que começava a fazer parte de sua vida.
A partir de então Juan via o mundo da maneira que desejava, era mal perdedor, e muito competitivo, se preparava para ganhar sempre, era muito dedicado. Por muitas vezes parecia ser mau, em virtude do que parecia ser, e não era. Pelo contrário, era muito generoso e amigo nas horas mais alegres, onde era gostoso vê-lo chorar de rir de um fato, ou uma piada, ou uma palhaçada qualquer. Era como a mãe, adorava uma massagem, era só encostar meio que sem querer nele que era "obrigado" a fazer massagem em seus pés ou em suas costas por pelo menos uma boa meia hora.
Anos se passaram, o menino virou adolescente, e a rebeldia e a força eram mais que nunca presentes. O mundo parecia não ter limites. E eis que se vão os avós e a dor volta novamente a bater a sua porta com a ida deles. Juan sempre foi de coração mole, mas não era muito emotivo. Uma característica meio incompreendida, mas muito particular.
A vida é surpreendente e tudo pode mudar de um segundo para o outro, de uma hora para outra, de um ano para o outro, e foi justamente o que lhe ocorreu. Do dia para a noite, uma pancada e um suposto hematoma na perna até então inofensivo passou a fazer mal e a piorar cada vez mais.
O hematoma cresceu e ele virou tumor, e daí um câncer, que infelizmente se espalhou por todo o corpo e o levou deste mundo. Um menino que virou homem muito cedo, e ensinou a mim e a minha família, a duras penas, que viver vale a pena, que a vida é uma só, que devemos ser fortes, e hoje, neste triste dia, onde perco meu primo de apenas 17 anos, que mágoa, ressentimento e desavenças com pessoas especiais, principalmente da família, não podem durar uma eternidade para acabar, pois pode ser tarde demais. Por mais complicado que a situação estivesse, sou daqueles que não aprenderam a dizer adeus, como diz a música dos cantores sertanejos Leandro e Leonardo (hoje apenas Leonardo). Juan, vivemos, rimos, brigamos e conversamos muito. Eu não sei se aprendeu algo comigo, mas se puder ler o que escrevo, posso afirmar que aprendi muitas coisas contigo.
Fique com Deus!!!
terça-feira, 28 de abril de 2009
sábado, 25 de abril de 2009
Língua do dia a dia...
O dia começa e acordo na expectativa de novas descobertas, sensações e eis que vejo diante dos meus olhos as manchetes de um jornal carioca. Neste havia um linguajar estranho para quem é habituado a ler jornais de gabarito inquestionável. Em uma das manchetes se lia ..."mas PM à paisana reage para salvar a própria vida e tiro come solto". Em outra manchete no mesmo jornal a manchete sensacionalista "PM passa o cerol na Vila Vintém". Talvez a justificativa para o uso de expressões como esta seja de que o espaço seja reduzido para escrever sem gíria ou é realmente intencional, para chamar a atenção e atrair uma identificação com o público-alvo que certamente usa desta linguagem no seu dia a dia. O que é o certo??? Há os que defendem o uso do português politicamente correto em todos os momentos. Isto mostra que a pessoa é instruída, educada e tem uma origem, um berço, mesmo que na realidade isto de fato não ocorra. Quando uma pessoa desta característica começa a falar corretamente no meio de pessoas que pouco ou nada se preocupam com isto pode ser ridicularizada e zombada com expressões do tipo "tá gastando o português hein", que significa que está falando bem o português hein? Mas tem um senso bastante irônico e sarcástico!!!
Por outro lado tem aqueles que falam tudo errado, não conjugam o plural e cometem outros erros graves, e ferem os ouvidos daqueles que defendem o formalismo da língua, dizem "me dá dois prato" sem a menor cerimônia, seja lá com quem for, pode ser com o vizinho da esquina ou com o alto executivo de uma grande empresa, não faz diferença, o que importa é que o pedinte receba os "prato", não interessa se está certo ou errado, ele (o ouvinte) entendendo o que o falante quer dizer está bom demais!!! Mesmo que isto possa significar uma má impressão ou uma constatação negativa de que esta pessoa pode não servir para certas eventualidades como falar em público, não importa. Entendeu está valendo!
Tem ainda a turma flex. Não, não falo de gente que tem carro bicombustível ou que tenha qualquer tendência sexual diversificada. Esta galera é flexível, que age de forma a se adequar de acordo com o ambiente. Se está no meio de amigos ou de pessoas que usam e abusam de gírias e destroçam ouvidos de gente sensível a um erro gramatical, entram na roda, falam como eles e se jogam nesta arte pertecente a tribos espalhadas pelo Brasil afora!!
E quando o momento exige um formalismo linguístico o pessoal se transforma e dá show na arte de dialogar sem cometer uma gafe sequer, o que faz destes seres mais completos e preparados para lidar com todo tipo de situação. Claro que isto não é um guia de como se comportar em reuniões e congressos internacionais ou no churrasco do vizinho. É só uma forma de transmitir sensações e situações que podem acontecer no seu cotidiano, caro leitor.
Os desesperados de plantão pensam: E aí?? Como resolvo isto??? Como melhoro meu jeito de me comunicar?? Há diversas maneiras. Uma delas é incrementar e ampliar o hábito de leitura. Ler é ótimo para melhorar e aperfeiçoar a fluência verbal. A outra é estudar, escrever e fazer por onde. Ou então deixa como está. Se a pessoa é entendida falando assim, assim será pra ela!!! E o resto que se fo..piiiiiiiiii!!!(Censurado)
Até quando devemos ser flexíveis, soltos ou tensos com relação ao que falamos e com o que escrevemos??? É difícil determinar, mas o melhor mesmo é que cada um faça e viva a sua regra da maneira que melhor lhe convier, mesmo que isto possa significar uma não-promoção ou até mesmo o contrário!!! Tudo é possível!!!
Então, mãos à obra. Ou seria mão na roda???? Você decide!!!
Por outro lado tem aqueles que falam tudo errado, não conjugam o plural e cometem outros erros graves, e ferem os ouvidos daqueles que defendem o formalismo da língua, dizem "me dá dois prato" sem a menor cerimônia, seja lá com quem for, pode ser com o vizinho da esquina ou com o alto executivo de uma grande empresa, não faz diferença, o que importa é que o pedinte receba os "prato", não interessa se está certo ou errado, ele (o ouvinte) entendendo o que o falante quer dizer está bom demais!!! Mesmo que isto possa significar uma má impressão ou uma constatação negativa de que esta pessoa pode não servir para certas eventualidades como falar em público, não importa. Entendeu está valendo!
Tem ainda a turma flex. Não, não falo de gente que tem carro bicombustível ou que tenha qualquer tendência sexual diversificada. Esta galera é flexível, que age de forma a se adequar de acordo com o ambiente. Se está no meio de amigos ou de pessoas que usam e abusam de gírias e destroçam ouvidos de gente sensível a um erro gramatical, entram na roda, falam como eles e se jogam nesta arte pertecente a tribos espalhadas pelo Brasil afora!!
E quando o momento exige um formalismo linguístico o pessoal se transforma e dá show na arte de dialogar sem cometer uma gafe sequer, o que faz destes seres mais completos e preparados para lidar com todo tipo de situação. Claro que isto não é um guia de como se comportar em reuniões e congressos internacionais ou no churrasco do vizinho. É só uma forma de transmitir sensações e situações que podem acontecer no seu cotidiano, caro leitor.
Os desesperados de plantão pensam: E aí?? Como resolvo isto??? Como melhoro meu jeito de me comunicar?? Há diversas maneiras. Uma delas é incrementar e ampliar o hábito de leitura. Ler é ótimo para melhorar e aperfeiçoar a fluência verbal. A outra é estudar, escrever e fazer por onde. Ou então deixa como está. Se a pessoa é entendida falando assim, assim será pra ela!!! E o resto que se fo..piiiiiiiiii!!!(Censurado)
Até quando devemos ser flexíveis, soltos ou tensos com relação ao que falamos e com o que escrevemos??? É difícil determinar, mas o melhor mesmo é que cada um faça e viva a sua regra da maneira que melhor lhe convier, mesmo que isto possa significar uma não-promoção ou até mesmo o contrário!!! Tudo é possível!!!
Então, mãos à obra. Ou seria mão na roda???? Você decide!!!
domingo, 12 de abril de 2009
Feliz Páscoa
Hoje é um dia mais que especial. É chegada a páscoa, um momento importante para a humanidade, já que simboliza a ressureição de Jesus Cristo, o salvador dos homens que entregou sua vida por nós. Que possamos ceiar, orar e refletir a importância deste dia, que é infinitamente superior a crenças supérfulas e tradições consumistas como ovos de chocolate e derivados que nada têm a ver com o sentido real deste domingo de páscoa. Mas se ainda assim a páscoa não tem significado sem um ovo, por menor que seja, não há problema. O importante é termos fé em Deus e em nós mesmos!!!
Abraços,
Abraços,
Ensina-me a viver
Um jovem de aproximadamente 18 anos chamado Harold no auge das descobertas juvenis em busca de um caminho para seguir e construir sua própria história tem uma vida conturbada, onde o mesmo tem prazer pela morte e coisas macabras. Tem uma mãe autoritária e fria. A mesma quer escolher suas namoradas, dentre outras situações onde o mesmo deveria decidir o melhor para si. Em contrapartida ele reage enlouquecidamente demonstrando desequilibrio de comportamento que o afasta das pretensões dela.
A reviravolta acontece quando o mesmo conhece Mauld, uma senhora solitária de hábitos estranhos que ama o teatro, as artes e a vida como o mar, a natureza. A identificação e a cumplicidade entre eles é mútua, e o amor entre eles é consequência natural, mesmo ela estando próximo de completar 80 anos. Ela o ensina a sentir a liberdade e o prazer em pequenas coisas como o aroma das flores, o pôr-do-sol à beira-mar, o sabor de um delicioso chá, ou até mesmo subir no alto de uma árvore para ver a paisagem lá de cima.
Assim é a peça teatral Ensina-me a viver, com Glória Menezes, que possui elenco de cinco atores que representam treze personagens e está em cartaz nos teatros espalhados pelo Brasil. Uma peça divertida e emocionante que resgata valores perdidos ou esquecidos e que são verdadeiras lições de vida para todos. A peça leva o espectador a acreditar que simplificar a vida é o melhor caminho e que o amor continua sendo o melhor remédio.
Vale a pena assisitr!!!
A reviravolta acontece quando o mesmo conhece Mauld, uma senhora solitária de hábitos estranhos que ama o teatro, as artes e a vida como o mar, a natureza. A identificação e a cumplicidade entre eles é mútua, e o amor entre eles é consequência natural, mesmo ela estando próximo de completar 80 anos. Ela o ensina a sentir a liberdade e o prazer em pequenas coisas como o aroma das flores, o pôr-do-sol à beira-mar, o sabor de um delicioso chá, ou até mesmo subir no alto de uma árvore para ver a paisagem lá de cima.
Assim é a peça teatral Ensina-me a viver, com Glória Menezes, que possui elenco de cinco atores que representam treze personagens e está em cartaz nos teatros espalhados pelo Brasil. Uma peça divertida e emocionante que resgata valores perdidos ou esquecidos e que são verdadeiras lições de vida para todos. A peça leva o espectador a acreditar que simplificar a vida é o melhor caminho e que o amor continua sendo o melhor remédio.
Vale a pena assisitr!!!
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