È buono ridere alcune volte, in speciale si sta di buon umore. Qui ci sono alcune per farti venire un bel sorriso!!!
Intorno alla mezzanotte squilla il telefono:
- Pronto! - Parlo con il Dott. Rossi, veterinario?
- Sì, cosa c'è?
- Il mio cagnolino si stava accoppiando con una bella barboncina ma è rimasto attaccato e non si stacca più, cosa devo fare?
- Provi a gettargli addosso un secchio d'acqua fredda!
- Grazie. Poco dopo... DRIINNN!!!
- Sì?!? - Dottore sono sempre io, l'acqua non ha funzionato, che devo fare?
- Provi a spaventarlo con dei rumori improvvisi, tante volte la paura procura delle contrazioni e... - Grazie mille dottore! Poco dopo suona di nuovo il telefono.
- E' ancora lei???
- Sì, nemmeno lo spavento ha funzionato, che devo fare?
- Gli dica che lo chiamano al telefono!
- Ma come?!? Pensa proprio che funzioni?
- Sicuro! Con me ha già funzionato tre volte, brutto stronzo!!!
Un altra piccolina:
Il figlio coccodrillo chiede al padre:
- Papà, un giorno avrò molti soldi, vero?
- Certo, figliolo, quando sarai un portafoglio...
L'ultima per oggi!!!
Un carabiniere ferma un'auto che viaggia a 120 Km/h dove vige il limite di 50! Si avvicina alla macchina e dice:
- Patente e libretto prego. La bella donna al volante risponde:
- La patente non ce l'ho più. Me l'hanno ritirata 10 giorni fa quando mi hanno fermata per la quarta volta ubriaca!
- Posso vedere almeno il libretto di circolazione?
- La macchina non è mia. L'ho rubata!
- Rubata??? - Sì, però penso che i documenti siano nel cassetto del cruscotto. Mi sembra di averli visti quando ci ho nascosto la pistola...
- Lei ha una pistola nel portaoggetti?!?
- Certo, l'ho nascosta dopo aver sparato all'uomo che guidava. Poi ho messo il suo cadavere nel bagagliaio!
- Cosa??? Lei ha un uomo morto nel bagagliaio???
- Sì! Il carabiniere estrae la pistola d'ordinanza e chiama i rinforzi alla radio. Arrivano subito altre due pattuglie. Da una scende un graduato che chiede alla donna:
- Posso vedere la sua patente?
- Certo, eccola! E gliela porge: regolare e validissima.
- Di chi è quest'auto?
- Mia. Ecco il libretto. Anche quello, tutto in ordine.
- Potrebbe aprire il cassetto? Voglio controllare se ha nascosto una pistola...
- Certo. Comunque le garantisco che non c'è nessuna pistola! La donna apre il cassetto portaoggetti, che è vuoto.
- Le dispiace se per qui siamo il bagagliaio? Ci hanno avvisato per radio dicendo che ci sarebbe un cadavere!
- Ma certamente. La donna apre il cofano: nulla. Perfettamente vuoto. L'ufficiale:
- Ma... non capisco. Il carabiniere che l'ha fermata mi ha detto che lei non aveva la patente, che gliel'avevano ritirata per guida in stato di ebbrezza, che la macchina era stata rubata a un uomo che lei ha ucciso e di cui ha occultato il cadavere nel bagagliaio e che la pistola era nel portaoggetti! La donna lo guarda e dice:
- Fantastico! E scommetto che le ha detto pure che andavo troppo forte...
terça-feira, 24 de fevereiro de 2009
sábado, 21 de fevereiro de 2009
Carnaval
Enfim, chegou o carnaval!!!
Para quem curte estes dias de folia não há coisa melhor. Pular, festejar, beijar na boca, etc e tal. Se tem aquela idéia que o carnaval é uma orgia, com todo mundo nu, e ninguém é de ninguém. Talvez sim, talvez não. Na dúvida, todos ganham camisinhas que são distribuídas pelo governo para prevenir a Aids e controlar o planejamento familiar. Todavia, tudo em excesso faz mal, dizem os médicos, mas em se tratando de uma festa tão tradicional como esta não há limites para muitos. O resultado??? São vários, de acordo com os atos de cada um. Pode ser uma gravidez indesejada, um acidente com ou sem vítimas, brigas, dentre outros diversos fatos negativos que podem ocorrer. Entretanto, há o lado bom, com muita alegria, dança, brincadeiras, música, confetes e serpentinas!!! Isto sim é um barato.
Pena que Belo Horizonte há muito tempo deixou de ser uma capital festeira para virar cidade dormitório. Parece que sempre tem alguém que é contra festa, agitos e grandes festividades como o Carnabelô e as micaretas que agitaram e muito a cidade. A festa na via 240, é afastada de tudo, é só um aperetivo se compararmos com a folia do passado em BH. Ao contrário dos carnavais de Rio e de São Paulo, a entrada para ver os desfiles das escolas de samba e blocos é franca. Menos mal. Se fosse paga, seria difícil alguém se dispor a ver as apresentações.
O certo é que os problemas em eventos de grande porte sempre existiram, mas nada que medidas bem feitas e idéias criativas pudessem resolver. Em consequência, acharam melhor cortar todo o mal pela raiz e assim caminha a humanidade belorizontina. Quem curte a festa e quer se divertir tem que sair, de preferência para bem longe. Muitos vão para o litoral do Espírito Santo, aonde é mais fácil encontrar um amigo ou um conhecido de Beagá por lá que um capixaba. Outros vão para o Rio, Bahia, ou um pouco mais longe, como Florianópolis e Recife. E aos que não querem ir tão longe tem o carnaval nas cidades do interior mineiro como Ouro Preto e Mariana, que são bastante atrativas.
Para os que ficam em Belo Horizonte o que resta é ir a algum clube para passar o dia e, quem sabe pode até ter uma festa legal de carnaval por lá à noite ou, caso contrário, fazer o programa de domingo, que é ir à igreja, passear no parque, andar por aí e, por que não dizer, seguir a tradição atual de nossa cidade, que é ir para a cama e dormir, afinal de contas, divertir em BH é "contra a lei".
Quem vai pular o carnaval, boa diversão e juízo!
Aos que ficam em Belo Horizonte, boa noite e bons sonhos!!!
Reações diferentes no final do carnaval:
. .
_ - Cara de um belorizontino folião que passou o carnaval em Belo Horizonte.
Por outro lado vemos:
: ) - Cara de quem é belorizontino, folião, viajou e curtiu todas. Tá até de cabeça virada!!
E vamos dormir que amanhã tem mais.....
Para quem curte estes dias de folia não há coisa melhor. Pular, festejar, beijar na boca, etc e tal. Se tem aquela idéia que o carnaval é uma orgia, com todo mundo nu, e ninguém é de ninguém. Talvez sim, talvez não. Na dúvida, todos ganham camisinhas que são distribuídas pelo governo para prevenir a Aids e controlar o planejamento familiar. Todavia, tudo em excesso faz mal, dizem os médicos, mas em se tratando de uma festa tão tradicional como esta não há limites para muitos. O resultado??? São vários, de acordo com os atos de cada um. Pode ser uma gravidez indesejada, um acidente com ou sem vítimas, brigas, dentre outros diversos fatos negativos que podem ocorrer. Entretanto, há o lado bom, com muita alegria, dança, brincadeiras, música, confetes e serpentinas!!! Isto sim é um barato.
Pena que Belo Horizonte há muito tempo deixou de ser uma capital festeira para virar cidade dormitório. Parece que sempre tem alguém que é contra festa, agitos e grandes festividades como o Carnabelô e as micaretas que agitaram e muito a cidade. A festa na via 240, é afastada de tudo, é só um aperetivo se compararmos com a folia do passado em BH. Ao contrário dos carnavais de Rio e de São Paulo, a entrada para ver os desfiles das escolas de samba e blocos é franca. Menos mal. Se fosse paga, seria difícil alguém se dispor a ver as apresentações.
O certo é que os problemas em eventos de grande porte sempre existiram, mas nada que medidas bem feitas e idéias criativas pudessem resolver. Em consequência, acharam melhor cortar todo o mal pela raiz e assim caminha a humanidade belorizontina. Quem curte a festa e quer se divertir tem que sair, de preferência para bem longe. Muitos vão para o litoral do Espírito Santo, aonde é mais fácil encontrar um amigo ou um conhecido de Beagá por lá que um capixaba. Outros vão para o Rio, Bahia, ou um pouco mais longe, como Florianópolis e Recife. E aos que não querem ir tão longe tem o carnaval nas cidades do interior mineiro como Ouro Preto e Mariana, que são bastante atrativas.
Para os que ficam em Belo Horizonte o que resta é ir a algum clube para passar o dia e, quem sabe pode até ter uma festa legal de carnaval por lá à noite ou, caso contrário, fazer o programa de domingo, que é ir à igreja, passear no parque, andar por aí e, por que não dizer, seguir a tradição atual de nossa cidade, que é ir para a cama e dormir, afinal de contas, divertir em BH é "contra a lei".
Quem vai pular o carnaval, boa diversão e juízo!
Aos que ficam em Belo Horizonte, boa noite e bons sonhos!!!
Reações diferentes no final do carnaval:
. .
_ - Cara de um belorizontino folião que passou o carnaval em Belo Horizonte.
Por outro lado vemos:
: ) - Cara de quem é belorizontino, folião, viajou e curtiu todas. Tá até de cabeça virada!!
E vamos dormir que amanhã tem mais.....
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
Teatro
Há muitos anos ocorre em Belo Horizonte a Campanha de popularização do teatro, que é tradicional, importante, covida as pessoas a curtirem espetáculos a preços populares. Felizmente muitos aproveitam esta oportunidade de se divertir e se emocionar com os espetáculos oferecidos. E vale a pena conferir!!!
Para quem teve a oportunidade de se aproximar ainda mais desta arte ao se tornar um aluno (a) em alguma turma pode vivenciar mais do que um mero espectador. Esta atmosfera é maravilhosa, curiosa e intrigante. Lá existem coisas que poucos desconhecem ou percebem como a "energia", que é fundamental. Esta energia se faz importante para que a pessoa possa, por um determinado tempo deixar de ser ela mesma para dar vida a um personagem, e contracenar com outros atores que também dependem desta força. A união do grupo é algo dos mais importantes para um bom trabalho em uma peça. Se um ator está de mal com alguém do grupo ou com raiva do companheiro por algo que pode não ter nada a ver com a peça pode comprometer ou dificultar a naturalidade que o espetáculo deve ter.
O que mais impressiona é que, neste lugar, podemos ser um(a) médico(a), um(a) engenheiro(a), um(a) louco(a) viciado(a) em drogas, um(a) garoto(a) de programa a(o) vilã(o), o(a) protagonista vencedor, dentre outros. Aqui temos que nos desprender de qualquer trava, preconceito ou rejeição a qualquer personagem que vier a ser desempenhado. Não tem que pensar demais, tem que fazer, se jogar de cabeça neste mundo e deixar a fantasia fluir de dentro para fora. É uma viagem psicodélica, insanamente desproporcional à normalidade do dia-a-dia do nosso cotidiano.
A sensação de atuar em um teatro cheio de olhares atentos a cada fala, a cada pulso que bate nervosamente pouco antes de começar o show é indescritível, inexplicável e inquestionavelmente mexe com todos que estão envolvidos naquele momento.
É um tempo único, um transe, uma mistura de adrenalina, emoção e concentração máxima, pois no terceiro sinal as cortinas se levantam, as luzes se acendem, o show tem que continuar!!!
Vá ao teatro!!!
Para quem teve a oportunidade de se aproximar ainda mais desta arte ao se tornar um aluno (a) em alguma turma pode vivenciar mais do que um mero espectador. Esta atmosfera é maravilhosa, curiosa e intrigante. Lá existem coisas que poucos desconhecem ou percebem como a "energia", que é fundamental. Esta energia se faz importante para que a pessoa possa, por um determinado tempo deixar de ser ela mesma para dar vida a um personagem, e contracenar com outros atores que também dependem desta força. A união do grupo é algo dos mais importantes para um bom trabalho em uma peça. Se um ator está de mal com alguém do grupo ou com raiva do companheiro por algo que pode não ter nada a ver com a peça pode comprometer ou dificultar a naturalidade que o espetáculo deve ter.
O que mais impressiona é que, neste lugar, podemos ser um(a) médico(a), um(a) engenheiro(a), um(a) louco(a) viciado(a) em drogas, um(a) garoto(a) de programa a(o) vilã(o), o(a) protagonista vencedor, dentre outros. Aqui temos que nos desprender de qualquer trava, preconceito ou rejeição a qualquer personagem que vier a ser desempenhado. Não tem que pensar demais, tem que fazer, se jogar de cabeça neste mundo e deixar a fantasia fluir de dentro para fora. É uma viagem psicodélica, insanamente desproporcional à normalidade do dia-a-dia do nosso cotidiano.
A sensação de atuar em um teatro cheio de olhares atentos a cada fala, a cada pulso que bate nervosamente pouco antes de começar o show é indescritível, inexplicável e inquestionavelmente mexe com todos que estão envolvidos naquele momento.
É um tempo único, um transe, uma mistura de adrenalina, emoção e concentração máxima, pois no terceiro sinal as cortinas se levantam, as luzes se acendem, o show tem que continuar!!!
Vá ao teatro!!!
domingo, 15 de fevereiro de 2009
O que podemos fazer antes de morrer
Em tempos de vida agitada, corrida e concorrida parece que não há tempo para mais nada que não seja trabalhar, estudar e correr atrás. Tudo isto é importante para que tenhamos condições de viver dignamente e de realizar desejos como viagens, um carro novo, um guarda-roupas mais espaçoso, etc. Entretanto, há muito mais que podemos fazer além de conseguirmos dinheiro para atingirmos certas metas. Faz-se importante não se deixar levar pelo impulso consumista de que precisamos TER para SER, pois tal sentimento é destrutivo e frustrante para aqueles que muito querem e nada tem. Portanto, aí vão algumas sugestões de algumas coisas que podemos fazer antes de deixarmos este mundo e algumas delas não são caras, nem impossíveis. Aí vão elas:
* Escrever um livro. Quem sabe uma auto-biografia para fazer um balanço da vida. Ou um conto de fadas, para as crianças começarem a sonhar antes de dormir, ou talvez 20 poemas de amor ou uma canção de esperança.
* Se jogar na vida: Saltar de pára-quedas, saltar de bung-jump do alto de uma ponte preso apenas com uma borracha ou voar igual a um pássaro com asas emprestadas de um pára-pente.
* Desempenhar um papel humanitário: Deixar de lado o egoísmo e a preguiça e dedicar uma parte de nosso tempo a visitar doentes em um hospital, ajudar qualquer instituição voluntária, acompanhar idosos solitários ou ajudar jovens drogados a superar o vício.
* Ter um filho para que parte de nós siga viva quando já não estivermos mais por aqui. Para sermos pequenos, jovens e idealistas através deles, para ter consciência do que significa a expressão para sempre. No final de tudo, um filho sempre será um filho.
* Apaixonar-se. Escrever cartas de amor, esquecer de comer e de dormir, preparar-se durante duas horas para cada encontro, beijar a foto da pessoa amada e contar os minutos que faltam para a encontrar.
* Fazer amor em algum lugar inusitado: No elevador de um prédio com muitos andares, dentro de uma cabine telefônica, uma rua pouco frequentada, no banheiro de um avião, durante um vôo transatlântico, em uma rua pouco iluminada (desde que seja tranquila, claro), ou até mesmo em um taxi.
* Entrar no mar à noite, com lua cheia, em águas calmas e tranquilas, apenas movidas pelas ondas, sentindo a perfeita fusão com a natureza.
* Ver o amanhecer longe da cidade, no campo, na praia ou na montanha, saboreando o silêncio, o perfume e as cores dos primeiros minutos do dia.
* Viver os jogos olímpicos, uma copa do mundo ou os jogos pan-americanos nos melhores lugares para presenciar as competições preferidas, dar força aos nossos atletas e, se possível, poder conhecê-los pessoalmente para voltar para casa com uma valiosa coleção de fotos e autógrafos.
* Ir ao estádio de futebol, ou ao ginásio para ver seu time favorito em ação. Se é um grande jogo e seu time vence, é, de fato, algo marcante que fica gravado em mentes e corações por anos e anos.
* Viajar para o exterior, se possível em um lugar aonde você consiga se comunicar com os nativos deste lugar e trocar experiências, vivências e aprendizado por toda uma vida.
* Plantar uma árvore em um lugar onde podemos vê-la crescer e onde poderemos voltar para reecontrá-la na velhice.
*Provar a carne de rena, as ancas (patas) de uma rã e as formigas assadas. Deixar de lado a carne de boi ou de frango e animar-se com novos sabores, texturas e cores, de acordo com a frase de que "mais vale o mau conhecido que o bom por conhecer".
* Pegar um grande pedaço de bolo, pizza, lasanha ou qualquer outra coisa de comer ou de beber que sonhamos ou adoramos e degustarmos com prazer este momento, sem sentirmos remorso por isto.
* Fazer uma grande festa e reunir os amigos da infância e da juventude para reviver os momentos mais felizes de nossa vida. Convidar a amigos, inimigos e antigos namorados (as), e voltar por um momento no tempo. Rir com tanta vontade que pareça que nosso corpo se partirá em mil pedaços. Dançar ao ritmo da música de nossa adolescência.
* Esquecer do que dirão ou deixar de pensar em como irão nos julgar os demais por nossas atitudes, decisões e reações.
Claro que há muitas outras sugestões de coisas que podemos fazer, e isto não é, de forma alguma, um livro de receitas ou algo a ser seguido religiosamente, são somente possiblidade de futuras ações que podem ser ou não concretizadas. É como a estória de um sábio que era mais ou menos assim:
Era uma vez um sábio que tudo sabia e que nunca errava. Um certo dia, um jovem, intrigado com a sabedoria e o conhecimento do sábio decidiu algo até então inusitado. Pegou um pássaro, colocou em suas mãos e pensou:
Vou perguntar ao sábio se este pássaro está vivo ou morto. Se ele disser que está vivo, o sufocarei e o deixo cair morto aos seus pés. Se ele disser que está morto, o solto e o deixo voar. Desta vez vou conseguir superá-lo. E foi o jovem, destemido e ansioso em busca do sábio. Ao encontrá-lo, suado e ofegante, com o pobre animal nas mãos, perguntou:
- Sábio, o pássaro que está em minhas mãos está vivo ou morto???
O sábio calmamente respondeu:
- Meu jovem, a resposta está em suas mãos.
O mesmo digo para você. O que irá fazer em sua vida é você que decide, escolher se torce para time A ou B, se vai estudar ou trabalhar, se quer namorar uma loira ou uma mulata, se quer ir à praia ou a montanha, tanto faz. A resposta estará sempre em suas mãos.
* Escrever um livro. Quem sabe uma auto-biografia para fazer um balanço da vida. Ou um conto de fadas, para as crianças começarem a sonhar antes de dormir, ou talvez 20 poemas de amor ou uma canção de esperança.
* Se jogar na vida: Saltar de pára-quedas, saltar de bung-jump do alto de uma ponte preso apenas com uma borracha ou voar igual a um pássaro com asas emprestadas de um pára-pente.
* Desempenhar um papel humanitário: Deixar de lado o egoísmo e a preguiça e dedicar uma parte de nosso tempo a visitar doentes em um hospital, ajudar qualquer instituição voluntária, acompanhar idosos solitários ou ajudar jovens drogados a superar o vício.
* Ter um filho para que parte de nós siga viva quando já não estivermos mais por aqui. Para sermos pequenos, jovens e idealistas através deles, para ter consciência do que significa a expressão para sempre. No final de tudo, um filho sempre será um filho.
* Apaixonar-se. Escrever cartas de amor, esquecer de comer e de dormir, preparar-se durante duas horas para cada encontro, beijar a foto da pessoa amada e contar os minutos que faltam para a encontrar.
* Fazer amor em algum lugar inusitado: No elevador de um prédio com muitos andares, dentro de uma cabine telefônica, uma rua pouco frequentada, no banheiro de um avião, durante um vôo transatlântico, em uma rua pouco iluminada (desde que seja tranquila, claro), ou até mesmo em um taxi.
* Entrar no mar à noite, com lua cheia, em águas calmas e tranquilas, apenas movidas pelas ondas, sentindo a perfeita fusão com a natureza.
* Ver o amanhecer longe da cidade, no campo, na praia ou na montanha, saboreando o silêncio, o perfume e as cores dos primeiros minutos do dia.
* Viver os jogos olímpicos, uma copa do mundo ou os jogos pan-americanos nos melhores lugares para presenciar as competições preferidas, dar força aos nossos atletas e, se possível, poder conhecê-los pessoalmente para voltar para casa com uma valiosa coleção de fotos e autógrafos.
* Ir ao estádio de futebol, ou ao ginásio para ver seu time favorito em ação. Se é um grande jogo e seu time vence, é, de fato, algo marcante que fica gravado em mentes e corações por anos e anos.
* Viajar para o exterior, se possível em um lugar aonde você consiga se comunicar com os nativos deste lugar e trocar experiências, vivências e aprendizado por toda uma vida.
* Plantar uma árvore em um lugar onde podemos vê-la crescer e onde poderemos voltar para reecontrá-la na velhice.
*Provar a carne de rena, as ancas (patas) de uma rã e as formigas assadas. Deixar de lado a carne de boi ou de frango e animar-se com novos sabores, texturas e cores, de acordo com a frase de que "mais vale o mau conhecido que o bom por conhecer".
* Pegar um grande pedaço de bolo, pizza, lasanha ou qualquer outra coisa de comer ou de beber que sonhamos ou adoramos e degustarmos com prazer este momento, sem sentirmos remorso por isto.
* Fazer uma grande festa e reunir os amigos da infância e da juventude para reviver os momentos mais felizes de nossa vida. Convidar a amigos, inimigos e antigos namorados (as), e voltar por um momento no tempo. Rir com tanta vontade que pareça que nosso corpo se partirá em mil pedaços. Dançar ao ritmo da música de nossa adolescência.
* Esquecer do que dirão ou deixar de pensar em como irão nos julgar os demais por nossas atitudes, decisões e reações.
Claro que há muitas outras sugestões de coisas que podemos fazer, e isto não é, de forma alguma, um livro de receitas ou algo a ser seguido religiosamente, são somente possiblidade de futuras ações que podem ser ou não concretizadas. É como a estória de um sábio que era mais ou menos assim:
Era uma vez um sábio que tudo sabia e que nunca errava. Um certo dia, um jovem, intrigado com a sabedoria e o conhecimento do sábio decidiu algo até então inusitado. Pegou um pássaro, colocou em suas mãos e pensou:
Vou perguntar ao sábio se este pássaro está vivo ou morto. Se ele disser que está vivo, o sufocarei e o deixo cair morto aos seus pés. Se ele disser que está morto, o solto e o deixo voar. Desta vez vou conseguir superá-lo. E foi o jovem, destemido e ansioso em busca do sábio. Ao encontrá-lo, suado e ofegante, com o pobre animal nas mãos, perguntou:
- Sábio, o pássaro que está em minhas mãos está vivo ou morto???
O sábio calmamente respondeu:
- Meu jovem, a resposta está em suas mãos.
O mesmo digo para você. O que irá fazer em sua vida é você que decide, escolher se torce para time A ou B, se vai estudar ou trabalhar, se quer namorar uma loira ou uma mulata, se quer ir à praia ou a montanha, tanto faz. A resposta estará sempre em suas mãos.
terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
Beautiful day - feb, 05th, 2009
The sky was gray, I could feel great power
coming in that day,
something big was about to happen,
I saw a lot of people moving, excited and happy.
She was about to come.
But before that, her men came
angry, waving their hands and saying:
Do this, prepare that, move these, arrange those.
The rain seemed to announce the worst
but it was only to refresh
the time is coming
everyone is getting inside.
At last it is her time.
Sweet, gentle, and unforgettable.
The energy was there, and it filled
all the place, involving everyone.
Every song seems to be eternal,
People were happy, satisfied,
You made me feel in heaven,
How wonderful it was, Alanis!
coming in that day,
something big was about to happen,
I saw a lot of people moving, excited and happy.
She was about to come.
But before that, her men came
angry, waving their hands and saying:
Do this, prepare that, move these, arrange those.
The rain seemed to announce the worst
but it was only to refresh
the time is coming
everyone is getting inside.
At last it is her time.
Sweet, gentle, and unforgettable.
The energy was there, and it filled
all the place, involving everyone.
Every song seems to be eternal,
People were happy, satisfied,
You made me feel in heaven,
How wonderful it was, Alanis!
domingo, 8 de fevereiro de 2009
Palavrões
Para começar a semana com bom humor que tal um pouco de conhecimentos gerais sobre palavrões? Pode parecer meio estranho e brega, mas acredite, um dia você já proferiu ou irá proferir qualquer um destes palavrões! Este texto é de um rapaz chamado Lucas Cotta! Muito bacana! Aproveite a leitura!
RECONHECENDO O VALOR DOS PALAVRÕES
Os palavrões não nasceram por acaso. São recursos extremamente válidos e criativos para prover nosso vocabulário de expressões que traduzam com a maior fidelidade nossos mais fortes e genuínos sentimentos. É o povo fazendo sua língua. Como o Latim Vulgar, será esse Português Vulgar que vingará plenamente um dia. Sem que isso signifique a "vulgarização" do idioma, mas apenas sua maior aproximação com a gente simples das ruas e dos escritórios, seus sentimentos, suas emoções, seu jeito, sua índole.
"Pra caralho", por exemplo. Qual expressão traduz idéia de maior quantidade do que "pra caralho"? "Pra caralho" tende ao infinito, é quase uma expressão matemática, física. A Via-Láctea tem estrelas pra caralho, o Sol é quente pra caralho, o universo é antigo pra caralho, eu gosto dela pra caralho, entende?
No gênero do "pra caralho", mas no caso expressando a mais absoluta negação está o famoso e crescentemente utilizado "nem fodendo!". Que "Não, não e não!", o quê! E nem tão pouco o nada eficaz e já sem nenhuma credibilidade "Não, absolutamente não!". O "nem fodendo" é irretorquível, liquida o assunto. Te libera, com a consciência e o ego tranqüilos, para outras atividades de maior interesse em sua vida. Aquele filho pentelho de 17 anos te atormenta pedindo o carro pra ir surfar no litoral? Não perca tempo nem paciência. Solte logo um definitivo "Huguinho, presta atenção, filho querido, NEM FODENDO!". O impertinente se manca na hora e vai pro Shopping se encontrar com a turma numa boa e você fecha os olhos e volta a curtir o novo CD do Lupicínio.
Por sua vez, o "porra nenhuma!" atendeu tão plenamente as situações onde nosso ego exigia não só a definição de uma negação, mas também o justo escárnio contra descarados blefes, que hoje é totalmente impossível imaginar que possamos viver sem ele em nosso cotidiano profissional. Como comentar a bravata daquele chefe idiota senão com um "é PhD porra nenhuma!", ou "ele redigiu aquele relatório sozinho porra nenhuma!". O "porra nenhuma", como vocês vêem, nos provê sensações de incrível bem estar interior. É como se estivéssemos fazendo a tardia e justa denúncia pública de um canalha. São dessa mesma gênese os clássicos "aspone", "chepone", "repone" e, mais recentemente, o "prepone" - presidente de porra nenhuma.
Há outros palavrões igualmente clássicos. Pense na sonoridade de um "puta-que-pariu!", ou seu correlato "puta-que-o-pariu!", falados assim, cadenciadamente, sílaba por sílaba... Diante de uma notícia irritante qualquer "puta-que-o-pariu!" dito assim te coloca outra vez em seu eixo. Seus neurônios têm o devido tempo e clima para se reorganizar e sacar a atitude que lhe permitirá dar um merecido troco ou o safar de maiores dores de cabeça.
E o que dizer de nosso famoso "vai tomar no cu!"? E sua maravilhosa e reforçadora derivação "vai tomar no olho do seu cu!". Você já imaginou o bem que alguém faz a si próprio e aos seus quando, passado o limite do suportável, se dirige ao canalha de seu interlocutor e solta:
"Chega! Quer saber mesmo de uma coisa? Vai tomar no olho do seu cu!". Pronto, você retomou as rédeas de sua vida, sua auto-estima. Desabotoe a camisa e saia à rua, vento batendo na face, olhar firme, cabeça erguida, um delicioso sorriso de vitória e renovado amor-íntimo nos lábios.
Seria tremendamente injusto, em que pesem ainda inexplicáveis e preconceituosas esistências à sua palavra-raiz, não registrar aqui a expressão de maior poder de definição do PV (Português Vulgar): embucetou!".
E sua derivação mais avassaladora ainda: "embucetou de vez!".Você conhece definição mais exata, pungente e arrasadora para uma situação que atingiu o grau máximo imaginável de ameaçadora complicação? Expressão, inclusive, que uma vez proferida insere seu autor em todo um providencial contexto interior de alerta e auto-defesa. Algo assim como o comentário de um vizinho para sua esposa ao sacar que no auge da violenta briga do casal da residência ao lado, chegam de súbito a amante, o filho espúrio e o cunhado bêbado com o resultado do exame de DNA: "Fecha a porta que embucetou de vez!".
O nivel de stress de uma pessoa é inversamente proporcional à quantidade de "foda-se!" que ela fala. Existe algo mais libertário do que o conceito do "foda-se!"? O"foda-se!" aumenta minha auto-estima, me torna uma pessoa melhor. Reorganiza as coisas. Me liberta.". Não quer sair comigo? Então foda-se!.". "Vai querer decidir essa merda sozinho(a) mesmo? Então
foda-se!" O direito ao "foda-se!" deveria estar assegurado na Constituição Federal. Liberdade, igualdade, fraternidade e foda-se.
RECONHECENDO O VALOR DOS PALAVRÕES
Os palavrões não nasceram por acaso. São recursos extremamente válidos e criativos para prover nosso vocabulário de expressões que traduzam com a maior fidelidade nossos mais fortes e genuínos sentimentos. É o povo fazendo sua língua. Como o Latim Vulgar, será esse Português Vulgar que vingará plenamente um dia. Sem que isso signifique a "vulgarização" do idioma, mas apenas sua maior aproximação com a gente simples das ruas e dos escritórios, seus sentimentos, suas emoções, seu jeito, sua índole.
"Pra caralho", por exemplo. Qual expressão traduz idéia de maior quantidade do que "pra caralho"? "Pra caralho" tende ao infinito, é quase uma expressão matemática, física. A Via-Láctea tem estrelas pra caralho, o Sol é quente pra caralho, o universo é antigo pra caralho, eu gosto dela pra caralho, entende?
No gênero do "pra caralho", mas no caso expressando a mais absoluta negação está o famoso e crescentemente utilizado "nem fodendo!". Que "Não, não e não!", o quê! E nem tão pouco o nada eficaz e já sem nenhuma credibilidade "Não, absolutamente não!". O "nem fodendo" é irretorquível, liquida o assunto. Te libera, com a consciência e o ego tranqüilos, para outras atividades de maior interesse em sua vida. Aquele filho pentelho de 17 anos te atormenta pedindo o carro pra ir surfar no litoral? Não perca tempo nem paciência. Solte logo um definitivo "Huguinho, presta atenção, filho querido, NEM FODENDO!". O impertinente se manca na hora e vai pro Shopping se encontrar com a turma numa boa e você fecha os olhos e volta a curtir o novo CD do Lupicínio.
Por sua vez, o "porra nenhuma!" atendeu tão plenamente as situações onde nosso ego exigia não só a definição de uma negação, mas também o justo escárnio contra descarados blefes, que hoje é totalmente impossível imaginar que possamos viver sem ele em nosso cotidiano profissional. Como comentar a bravata daquele chefe idiota senão com um "é PhD porra nenhuma!", ou "ele redigiu aquele relatório sozinho porra nenhuma!". O "porra nenhuma", como vocês vêem, nos provê sensações de incrível bem estar interior. É como se estivéssemos fazendo a tardia e justa denúncia pública de um canalha. São dessa mesma gênese os clássicos "aspone", "chepone", "repone" e, mais recentemente, o "prepone" - presidente de porra nenhuma.
Há outros palavrões igualmente clássicos. Pense na sonoridade de um "puta-que-pariu!", ou seu correlato "puta-que-o-pariu!", falados assim, cadenciadamente, sílaba por sílaba... Diante de uma notícia irritante qualquer "puta-que-o-pariu!" dito assim te coloca outra vez em seu eixo. Seus neurônios têm o devido tempo e clima para se reorganizar e sacar a atitude que lhe permitirá dar um merecido troco ou o safar de maiores dores de cabeça.
E o que dizer de nosso famoso "vai tomar no cu!"? E sua maravilhosa e reforçadora derivação "vai tomar no olho do seu cu!". Você já imaginou o bem que alguém faz a si próprio e aos seus quando, passado o limite do suportável, se dirige ao canalha de seu interlocutor e solta:
"Chega! Quer saber mesmo de uma coisa? Vai tomar no olho do seu cu!". Pronto, você retomou as rédeas de sua vida, sua auto-estima. Desabotoe a camisa e saia à rua, vento batendo na face, olhar firme, cabeça erguida, um delicioso sorriso de vitória e renovado amor-íntimo nos lábios.
Seria tremendamente injusto, em que pesem ainda inexplicáveis e preconceituosas esistências à sua palavra-raiz, não registrar aqui a expressão de maior poder de definição do PV (Português Vulgar): embucetou!".
E sua derivação mais avassaladora ainda: "embucetou de vez!".Você conhece definição mais exata, pungente e arrasadora para uma situação que atingiu o grau máximo imaginável de ameaçadora complicação? Expressão, inclusive, que uma vez proferida insere seu autor em todo um providencial contexto interior de alerta e auto-defesa. Algo assim como o comentário de um vizinho para sua esposa ao sacar que no auge da violenta briga do casal da residência ao lado, chegam de súbito a amante, o filho espúrio e o cunhado bêbado com o resultado do exame de DNA: "Fecha a porta que embucetou de vez!".
O nivel de stress de uma pessoa é inversamente proporcional à quantidade de "foda-se!" que ela fala. Existe algo mais libertário do que o conceito do "foda-se!"? O"foda-se!" aumenta minha auto-estima, me torna uma pessoa melhor. Reorganiza as coisas. Me liberta.". Não quer sair comigo? Então foda-se!.". "Vai querer decidir essa merda sozinho(a) mesmo? Então
foda-se!" O direito ao "foda-se!" deveria estar assegurado na Constituição Federal. Liberdade, igualdade, fraternidade e foda-se.
sábado, 7 de fevereiro de 2009
Para refletir
Às vezes paro, penso, mas por algumas vezes encontro mais de uma resposta para várias perguntas em relação a nós mesmos e ao nosso Brasil. Vamos a algumas delas:
Por que, para muitos, o ano só começa depois do carnaval no Brasil?
Por que o Brasil é o país do futebol, sendo que temos soberania e força em outros esportes como o vôlei e a natação? E por que atletas de outras modalidades que não sejam estas três mencionadas anteriormente tem inúmeras dificuldades para conseguir um patrocínio, um apoio e, mesmo com todas as dificuldades insitem em batalhar como nunca e na hora de disputar medalhas contra os melhores do mundo ainda são chamados de medrosos, covardes e de ouvir a famosa frase que "tremeram na base" quando perdem, sendo que sabe-se lá Deus como conseguiram o dinheiro da passagem para ao menos chegar lá e competir?
Por que em outros países ser o vice-campeão ou o terceiro lugar em uma modalidade esportiva qualquer é motivo de orgulho, reconhecimento e mérito enquanto que para o brasileiro o único lugar que interessa é o primeiro e nada mais?
Por que o Brasil é o país do futuro, um país que tem tudo para ser desenvolvido mas nunca chega lá?
Por que há pessoas que insistem em perpetuar o "jeitinho brasileiro" e levar vantagem em tudo na base da trapaça ao invés da meritocracia, da honestidade e da justiça?
Por que os políticos são sempre considerados corruptos, safados, não estão nem aí pro povo e ainda assim somos enganados e iludidos com o mesmo discurso de quatro em quatro anos?
Por que o Brasil precisa sediar uma copa do mundo em 2014 para desenvolver decentemente as cidades e os estádios escolhidos para receber os estrangeiros ao invés de algo já ter sido feito em benefício de nós mesmos?
Por que tem gente que fala que não gosta de ver novelas, mas ficam de noite ligados em cada lance, só para parecerem diferentes da maioria ou ser o do contra?
Por que a população brasileira costuma ter memória curta? Será que é por que muitos ainda pensam errado e dizem frases como "quem vive de passado é museu"?
Por que a dengue continua fazendo suas vítimas e ainda assim várias pessoas continuam a fazer focos e mais focos para o mosquito se alojar ao invés de se preocuparem com o lixo e a água parada sem precisar de propaganda do governo todos os anos?
Por que ano após ano pessoas morrem ou tem graves sequelas em acidentes de trânsito e ainda assim continuam a correr riscos guiando carros, motos e caminhões como se fossem pilotos de competição?
Por que os jovens se ferem e até se matam marcando brigas pela internet ou se tornam pais muito cedo, e vivem como se nunca fossem morrer e morrem como se nunca tivessem vivido?
Por que vários brasileiros sentem um complexo de inferioridade ou o complexo de vira-lata em comparação a um estrangeiro? Por que por muitas vezes as pessoas preferem comprar um produto importado que pode ser de qualidade igual ou inferior ao nacional ou ir a algum lugar só porque tem o nome escrito em língua estrangeira?
Claro que cada um terá um ponto de vista diferente ou que tenha algo em comum, mas é importante a discussão e o entendimento destas perguntas para entendermos a nós mesmos e aperfeiçoarmos os pontos fortes e melhorarmos os pontos falhos.
É claro que o Brasil é um país de muitos contrastes e problemas, mas temos inúmeras virtudes. Somos um povo muito hospitaleiro, receptivo e alegre, que nunca perde a esperança e tem fé. A eleição com a urna eletrônica é um sucesso que muitos países sequer imaginam como criar um sistema tão eficaz quanto o nosso. Temos praias e cidades maravilhosas, um clima gostoso e uma comida de dar inveja a qualquer prato sofisticado mundo afora. Nossa cultura é rica, diversificada e única! Nossas tradições e festas chamam a atenção do mundo! Se cada um fizer sua parte, ser honesto e contribuir de alguma maneira com o crescimento do país podemos e seremos uma potência mundial!
Para encerrar, uma frase para pensarmos a respeito: O que importa não é o que o país pode fazer por você, e sim o que você pode fazer pelo país.
Saudações,
Por que, para muitos, o ano só começa depois do carnaval no Brasil?
Por que o Brasil é o país do futebol, sendo que temos soberania e força em outros esportes como o vôlei e a natação? E por que atletas de outras modalidades que não sejam estas três mencionadas anteriormente tem inúmeras dificuldades para conseguir um patrocínio, um apoio e, mesmo com todas as dificuldades insitem em batalhar como nunca e na hora de disputar medalhas contra os melhores do mundo ainda são chamados de medrosos, covardes e de ouvir a famosa frase que "tremeram na base" quando perdem, sendo que sabe-se lá Deus como conseguiram o dinheiro da passagem para ao menos chegar lá e competir?
Por que em outros países ser o vice-campeão ou o terceiro lugar em uma modalidade esportiva qualquer é motivo de orgulho, reconhecimento e mérito enquanto que para o brasileiro o único lugar que interessa é o primeiro e nada mais?
Por que o Brasil é o país do futuro, um país que tem tudo para ser desenvolvido mas nunca chega lá?
Por que há pessoas que insistem em perpetuar o "jeitinho brasileiro" e levar vantagem em tudo na base da trapaça ao invés da meritocracia, da honestidade e da justiça?
Por que os políticos são sempre considerados corruptos, safados, não estão nem aí pro povo e ainda assim somos enganados e iludidos com o mesmo discurso de quatro em quatro anos?
Por que o Brasil precisa sediar uma copa do mundo em 2014 para desenvolver decentemente as cidades e os estádios escolhidos para receber os estrangeiros ao invés de algo já ter sido feito em benefício de nós mesmos?
Por que tem gente que fala que não gosta de ver novelas, mas ficam de noite ligados em cada lance, só para parecerem diferentes da maioria ou ser o do contra?
Por que a população brasileira costuma ter memória curta? Será que é por que muitos ainda pensam errado e dizem frases como "quem vive de passado é museu"?
Por que a dengue continua fazendo suas vítimas e ainda assim várias pessoas continuam a fazer focos e mais focos para o mosquito se alojar ao invés de se preocuparem com o lixo e a água parada sem precisar de propaganda do governo todos os anos?
Por que ano após ano pessoas morrem ou tem graves sequelas em acidentes de trânsito e ainda assim continuam a correr riscos guiando carros, motos e caminhões como se fossem pilotos de competição?
Por que os jovens se ferem e até se matam marcando brigas pela internet ou se tornam pais muito cedo, e vivem como se nunca fossem morrer e morrem como se nunca tivessem vivido?
Por que vários brasileiros sentem um complexo de inferioridade ou o complexo de vira-lata em comparação a um estrangeiro? Por que por muitas vezes as pessoas preferem comprar um produto importado que pode ser de qualidade igual ou inferior ao nacional ou ir a algum lugar só porque tem o nome escrito em língua estrangeira?
Claro que cada um terá um ponto de vista diferente ou que tenha algo em comum, mas é importante a discussão e o entendimento destas perguntas para entendermos a nós mesmos e aperfeiçoarmos os pontos fortes e melhorarmos os pontos falhos.
É claro que o Brasil é um país de muitos contrastes e problemas, mas temos inúmeras virtudes. Somos um povo muito hospitaleiro, receptivo e alegre, que nunca perde a esperança e tem fé. A eleição com a urna eletrônica é um sucesso que muitos países sequer imaginam como criar um sistema tão eficaz quanto o nosso. Temos praias e cidades maravilhosas, um clima gostoso e uma comida de dar inveja a qualquer prato sofisticado mundo afora. Nossa cultura é rica, diversificada e única! Nossas tradições e festas chamam a atenção do mundo! Se cada um fizer sua parte, ser honesto e contribuir de alguma maneira com o crescimento do país podemos e seremos uma potência mundial!
Para encerrar, uma frase para pensarmos a respeito: O que importa não é o que o país pode fazer por você, e sim o que você pode fazer pelo país.
Saudações,
Missões Impossíveis
O cinema é maravilhoso, encantador e tem por algumas vezes uma característica marcante de fazer filmes aonde o improvável e as chances de algo positivo acontecer serem 0,001%. Por incrível que pareça várias destas estórias aconteceram e acontecem no mundo real. Quando estava no primeiro ano do segundo grau, tive a ingrata notícia: Recuperação em física, química e biologia. A reação foi quase a mesma de quem passa por esta situação: Dor, sofrimento, choro e impotência, mas sem nunca perder a esperança. A partir do momento em que tive o baque teria pouco tempo para me recompor e buscar a vitória. Quem ouvia a notícia não falava, mas na cara de enterro da grande maioria se via a frase estampada na cara: Você já era, está reprovado.
Mas eu nunca desisti, e não foi por causa daquele jargão criado em 2006, se não me engano, com aquela famosa frase "sou brasileiro e não desisto nunca", pois foi no início dos anos 90, e sim graças a uma pessoa que nunca conheci pessoalmente, mas que sempre me mostrava que devia acreditar sempre, através de suas performances na pista, mesmo quando não tinha carro bom o suficiente, dava muito trabalho e por várias vezes vencia. Valeu Senna!
Então fui em busca da vitória. Procurei por um amigo chamado Ivan que sabia bem as matérias de física e química (a biologia estudei por conta própria), e o mesmo me ajudou, e graças a Deus ele não me cobrou um centavo, pois se o fizesse seria impossível arcar com tal investimento naquele momento. Fiz todos os exercícios, lutei, penei muito, as provas foram de matar, mas graças a ajuda que recebi consegui passar, e nunca me esqueci deste gesto de amizade e apoio de um grande amigo em um momento pra lá de delicado!!!
Anos depois mais uma missão impossível. Um vizinho estava com sérias dificuldades em inglês e precisava de 26 pontos em 30 possíveis no último bimestre. Foram dois meses de muito trabalho, explicação, repetição e dedicação. No final de tudo mais uma missão cumprida, e ele conseguiu os exatos 26 pontos para passar de ano.
No decorer do tempo sempre aparece alguma missão do tipo complicada. Por último veio um aluno que pegou recuperação em quatro matérias, dentre elas o inglês. O garoto tinha muitas dificuldades e o tempo era curto, pra ser exato, uma semana para aprender o que não pegou em um ano. Com muito esforço, paciência, explicações e motivação ele aprendeu, fez a prova e conseguiu passar! É uma grande alegria ver o resultado após tanto esforço! E aprendi que é possível vencer, por mais difícil que pareça!
Mas eu nunca desisti, e não foi por causa daquele jargão criado em 2006, se não me engano, com aquela famosa frase "sou brasileiro e não desisto nunca", pois foi no início dos anos 90, e sim graças a uma pessoa que nunca conheci pessoalmente, mas que sempre me mostrava que devia acreditar sempre, através de suas performances na pista, mesmo quando não tinha carro bom o suficiente, dava muito trabalho e por várias vezes vencia. Valeu Senna!
Então fui em busca da vitória. Procurei por um amigo chamado Ivan que sabia bem as matérias de física e química (a biologia estudei por conta própria), e o mesmo me ajudou, e graças a Deus ele não me cobrou um centavo, pois se o fizesse seria impossível arcar com tal investimento naquele momento. Fiz todos os exercícios, lutei, penei muito, as provas foram de matar, mas graças a ajuda que recebi consegui passar, e nunca me esqueci deste gesto de amizade e apoio de um grande amigo em um momento pra lá de delicado!!!
Anos depois mais uma missão impossível. Um vizinho estava com sérias dificuldades em inglês e precisava de 26 pontos em 30 possíveis no último bimestre. Foram dois meses de muito trabalho, explicação, repetição e dedicação. No final de tudo mais uma missão cumprida, e ele conseguiu os exatos 26 pontos para passar de ano.
No decorer do tempo sempre aparece alguma missão do tipo complicada. Por último veio um aluno que pegou recuperação em quatro matérias, dentre elas o inglês. O garoto tinha muitas dificuldades e o tempo era curto, pra ser exato, uma semana para aprender o que não pegou em um ano. Com muito esforço, paciência, explicações e motivação ele aprendeu, fez a prova e conseguiu passar! É uma grande alegria ver o resultado após tanto esforço! E aprendi que é possível vencer, por mais difícil que pareça!
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
Mudar ou insistr no erro???
Entra ano, sai ano, e é sempre a mesma coisa. Já não bastasse a violência rotineira e a mesmice na política, os fenômenos da natureza assustam, ferem, já tiraram e ainda tiram vidas de milhares de pessoas. A América do Norte sofre com tornados, furacões, um frio descomunal, um calor infernal no verão e vários outros problemas. A Europa também tem vários contratempos com terremotos, o frio, e até erupções vulcânicas em algumas áreas. A Ásia e Oceania sofrem com terremotos, vulcões e até possíveis t-sunamis.
Quanto à América do Sul, vou falar apenas do Brasil, um país continental. Felizmente aqui não tem terremoto, não tem t-sunami, não tem vulcão ativo, não tem neve, ou quando tem, neva pouquíssimo no sul, porém temos muitas chuvas, raios e tempestades. Se olharmos desta forma podemos pensar que estamos bem, e não há problemas, correto? Errado. Infelizmente é comum ocorrerem tragédias e enchentes que, quando não matam, ferem as pessoas e destroem sonhos de uma vida inteira como casa, móveis, eletrodomésticos, etc. De quem é a culpa nestas horas? Do governo que não ofereceu infra-estrutura para evitar uma enchente? Da própria população que poluiu os rios ou entupiu as redes de esgoto com o lixo doméstico? Ou de órgãos incompetentes que permitiram e permitem que pessoas construam suas casa em beira de rios, córregos ou em encostas sem solo adequado para sustentação do imóvel? Ou é simplesmente uma vingança silenciosa da natureza após tantos atos de ignorância e desrespeito à ela feitos pelo homem que por várias vezes pensa ser super-homem tamanha arogância e atitudes inconsequentes? Independente das respostas, todos devem pensar em soluções práticas, definitivas e com campanhas de prevenção, conscientização e educação das pessoas neste país.
Assim os riscos e as possibilidades de tragédias ocorrerem será muito menor.
Apesar de ser triste, comovente e tocante a dor das vítimas das chuvas, doar um agasalho, água, colchão ou qualquer outro donativo não resolve o problema de modo eficaz. Não que seja contra este gesto, muito pelo contrário. Vide o exemplo dos moradores da avenida Teresa Cristina em Belo Horizonte. A chuva na virada do ano destruiu praticamente tudo de todos que ali residem. Muita gente ajudou e suavizou a situação, mas poucas semans depois, nova chuva e mais destruição novamente. Portanto, é hora de todos colocarem a mão na consciência e começar a agir com gestos simples, como não jogar lixo na rua para não entupir os bueiros, promoverem coleta seletiva, evitar focos da dengue, e várias outras atividades em prol da conservação da natureza, cobrar do governo e responsáveis mais empenho neste sentido, de todos trabalharem e estarem unidos, e passar estes valores de pai para filho, de irmão para irmã, para o amigo, o vizinho, a comunidade, a associação de bairro, e assim sucessivamente, para formarmos juntos uma enorme corrente social. Se tudo for bem feito no futuro, não teremos fortes motivos para temer ou nos preocupar cada vez que uma nuvem cinzenta e escura pairar no céu da cidade aonde moramos! Que assim seja!
Quanto à América do Sul, vou falar apenas do Brasil, um país continental. Felizmente aqui não tem terremoto, não tem t-sunami, não tem vulcão ativo, não tem neve, ou quando tem, neva pouquíssimo no sul, porém temos muitas chuvas, raios e tempestades. Se olharmos desta forma podemos pensar que estamos bem, e não há problemas, correto? Errado. Infelizmente é comum ocorrerem tragédias e enchentes que, quando não matam, ferem as pessoas e destroem sonhos de uma vida inteira como casa, móveis, eletrodomésticos, etc. De quem é a culpa nestas horas? Do governo que não ofereceu infra-estrutura para evitar uma enchente? Da própria população que poluiu os rios ou entupiu as redes de esgoto com o lixo doméstico? Ou de órgãos incompetentes que permitiram e permitem que pessoas construam suas casa em beira de rios, córregos ou em encostas sem solo adequado para sustentação do imóvel? Ou é simplesmente uma vingança silenciosa da natureza após tantos atos de ignorância e desrespeito à ela feitos pelo homem que por várias vezes pensa ser super-homem tamanha arogância e atitudes inconsequentes? Independente das respostas, todos devem pensar em soluções práticas, definitivas e com campanhas de prevenção, conscientização e educação das pessoas neste país.
Assim os riscos e as possibilidades de tragédias ocorrerem será muito menor.
Apesar de ser triste, comovente e tocante a dor das vítimas das chuvas, doar um agasalho, água, colchão ou qualquer outro donativo não resolve o problema de modo eficaz. Não que seja contra este gesto, muito pelo contrário. Vide o exemplo dos moradores da avenida Teresa Cristina em Belo Horizonte. A chuva na virada do ano destruiu praticamente tudo de todos que ali residem. Muita gente ajudou e suavizou a situação, mas poucas semans depois, nova chuva e mais destruição novamente. Portanto, é hora de todos colocarem a mão na consciência e começar a agir com gestos simples, como não jogar lixo na rua para não entupir os bueiros, promoverem coleta seletiva, evitar focos da dengue, e várias outras atividades em prol da conservação da natureza, cobrar do governo e responsáveis mais empenho neste sentido, de todos trabalharem e estarem unidos, e passar estes valores de pai para filho, de irmão para irmã, para o amigo, o vizinho, a comunidade, a associação de bairro, e assim sucessivamente, para formarmos juntos uma enorme corrente social. Se tudo for bem feito no futuro, não teremos fortes motivos para temer ou nos preocupar cada vez que uma nuvem cinzenta e escura pairar no céu da cidade aonde moramos! Que assim seja!
domingo, 1 de fevereiro de 2009
Tudo é possível
Infelizmente tenho que te dizer:
Você é fraco,
incapaz, burro, infeliz,
uma ferida podre
e incurável.
Isto não fui eu que inventei
ou descobri,
a verdade
é que o sistema
quer te corromper, te destruir.
Fugir? Não há saída.
Eles estão chegando,
o que fazer?
Deixar a submissão e agir
ou se deixar dominar?
Todo potencial de luz
tem que ser apagado.
É assim que eles pensam.
E você, iluminado ser,
como sobreviverá?
A verdade é que
te enganam, te anulam.
Desconfie, lute,
não desista,
a luz ainda não se apagou.
A crença precisa ser resgatada.
Viver
é ter plenitude, prosperidade
felicidade,
paz, e muito mais.
Não tenho resposta,
nem saída,
entenda sua escolha,
sem se arrepender
com o que decidir.
É a sua vida.
Você é fraco,
incapaz, burro, infeliz,
uma ferida podre
e incurável.
Isto não fui eu que inventei
ou descobri,
a verdade
é que o sistema
quer te corromper, te destruir.
Fugir? Não há saída.
Eles estão chegando,
o que fazer?
Deixar a submissão e agir
ou se deixar dominar?
Todo potencial de luz
tem que ser apagado.
É assim que eles pensam.
E você, iluminado ser,
como sobreviverá?
A verdade é que
te enganam, te anulam.
Desconfie, lute,
não desista,
a luz ainda não se apagou.
A crença precisa ser resgatada.
Viver
é ter plenitude, prosperidade
felicidade,
paz, e muito mais.
Não tenho resposta,
nem saída,
entenda sua escolha,
sem se arrepender
com o que decidir.
É a sua vida.
Título honorário
Entre o ano de 1995 e 1998 ainda existia em mim um desejo de me tornar um atleta profissional. Como as coisas não deram certo no voleibol de quadra cheguei a pensar no vôlei de praia. Sei do meu potencial e das minhas possibilidades, e que teria que lutar muito, além de ter que arranjar um parceiro que jogasse muito bem e fosse um complemento, pois a altura é um fator preponderante no vôlei, seja lá aonde for, mas minha técnica sempre foi muito boa, portanto teria que conseguir alguém disposto a entrar nesta empreitada.
No final das contas, não me tornei atleta profissional, fiz o que pude para tal, mas este não é o caso. O que interessa é outra estória, e vamos a ela!!!
Nesta época ainda se jogava vôlei no condomínio Arvoredos aonde moro. A galera ainda tinha ânimo e dividia as atenções nos dois esportes (vôlei e futebol), e tínhamos partidas disputadas e ferrenhas, bons tempos!
No ano, se não me engano, em 1996 ou 1997 fizeram um torneio de duplas de vôlei de areia em uma quadra de areia próxima ao bloco F. Hoje ela não existe mais, e em seu lugar tem uma pista de cooper e um playground infantil. Quanto à competição, joguei a mesma com um amigo apelidado "gordo", era um bom jogador, e foram partidas bem disputadas. Acabei na final jogando contra meu irmão e um outro jogador. Partida difícil, mas no final venci este campeonato, foi fantástico ter ganho.
Não me lembro se foi no ano seguinte, ou no semestre seguinte, mas acabaram fazendo outro torneio. Desta vez disputei com outro jogador chamado Antônio, grande parceiro, jogador completo, uma parceria perfeita. Acabei ganhando o título mais uma vez. Grande alegria, foi muito bom ser campeão, neste caso bicampeão. A única coisa que não foi legal foi que, nos dois torneios que foram organizados pela mesma pessoa(ou pessoas) é que, no final das contas, não houve nenhuma premiação, nem uma medalinha de R$1,00 pra falar que teve. Nada, nada nada. Foi uma pena, mas o que ficou, a coisa mais bacana é que, em solidariedade, ou um modo interessante de se prestar uma homenagem foi que vários camaradas da época que viram estas conquistas passaram a me apelidar de "the champion", um apelido que gostei e apreciei como um título honorário, e o mais legal disto é que não foi nada combinado, foi algo espontâneo que me deixou muito contente! Por incrível que pareça este gesto foi tão bom quanto ser premiado em um campeonato aonde o objetivo é alcançado! E até hoje, quando encontro alguém da época e ainda me chamam "the champion", sinto uma sensação inexplicavelmente boa!
No final das contas, não me tornei atleta profissional, fiz o que pude para tal, mas este não é o caso. O que interessa é outra estória, e vamos a ela!!!
Nesta época ainda se jogava vôlei no condomínio Arvoredos aonde moro. A galera ainda tinha ânimo e dividia as atenções nos dois esportes (vôlei e futebol), e tínhamos partidas disputadas e ferrenhas, bons tempos!
No ano, se não me engano, em 1996 ou 1997 fizeram um torneio de duplas de vôlei de areia em uma quadra de areia próxima ao bloco F. Hoje ela não existe mais, e em seu lugar tem uma pista de cooper e um playground infantil. Quanto à competição, joguei a mesma com um amigo apelidado "gordo", era um bom jogador, e foram partidas bem disputadas. Acabei na final jogando contra meu irmão e um outro jogador. Partida difícil, mas no final venci este campeonato, foi fantástico ter ganho.
Não me lembro se foi no ano seguinte, ou no semestre seguinte, mas acabaram fazendo outro torneio. Desta vez disputei com outro jogador chamado Antônio, grande parceiro, jogador completo, uma parceria perfeita. Acabei ganhando o título mais uma vez. Grande alegria, foi muito bom ser campeão, neste caso bicampeão. A única coisa que não foi legal foi que, nos dois torneios que foram organizados pela mesma pessoa(ou pessoas) é que, no final das contas, não houve nenhuma premiação, nem uma medalinha de R$1,00 pra falar que teve. Nada, nada nada. Foi uma pena, mas o que ficou, a coisa mais bacana é que, em solidariedade, ou um modo interessante de se prestar uma homenagem foi que vários camaradas da época que viram estas conquistas passaram a me apelidar de "the champion", um apelido que gostei e apreciei como um título honorário, e o mais legal disto é que não foi nada combinado, foi algo espontâneo que me deixou muito contente! Por incrível que pareça este gesto foi tão bom quanto ser premiado em um campeonato aonde o objetivo é alcançado! E até hoje, quando encontro alguém da época e ainda me chamam "the champion", sinto uma sensação inexplicavelmente boa!
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